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Como centrifugar roupa no tanquinho: quando é possível e como fazer

Publicado em 31/07/2026

Como centrifugar roupa no tanquinho: quando é possível e como fazer

Como centrifugar roupa no tanquinho? Primeiro é preciso verificar se o aparelho realmente possui função de centrifugação. Muitos tanquinhos são lavadoras semiautomáticas voltadas apenas à lavagem e à drenagem da água. Quando o modelo não centrifuga, a roupa precisa ser transferida para uma centrífuga separada ou seguir o procedimento indicado pelo fabricante.

Por isso, antes de tentar centrifugar, consulte o manual do seu tanquinho. A presença de funções como drenagem, enxágue ou timer de lavagem não significa automaticamente que o aparelho também possua centrifugação.

Todo tanquinho centrifuga roupa?

Não. Nem todo tanquinho possui centrifugação. Em muitos modelos, o equipamento realiza a lavagem e a drenagem, mas as peças ainda saem bastante molhadas.

Nesses casos, a retirada do excesso de água pode ser feita em uma centrífuga separada. Existem também aparelhos que reúnem mais de uma função no mesmo equipamento, mas isso deve estar claramente informado na documentação do fabricante.

Se você ainda está comparando modelos, veja também nosso comparativo de melhor tanquinho de lavar roupa em 2026.

Como centrifugar roupa depois de lavar no tanquinho?

Se o seu tanquinho não possui centrifugação integrada, o processo normalmente envolve duas etapas: primeiro a lavagem no tanquinho e depois a transferência das roupas para uma centrífuga própria.

  1. Finalize o ciclo de lavagem e o enxágue conforme as instruções do tanquinho.
  2. Faça a drenagem da água da maneira prevista pelo fabricante.
  3. Retire as roupas do tanquinho.
  4. Coloque as peças na centrífuga respeitando a capacidade indicada pelo fabricante.
  5. Distribua a carga conforme as instruções do equipamento para evitar desequilíbrio.
  6. Utilize o tempo de centrifugação recomendado no manual.
  7. Ao terminar, retire as roupas e prossiga com a secagem.

Essas são orientações gerais. Capacidade, distribuição da carga, tempo de funcionamento e procedimentos de segurança podem variar entre equipamentos.

E se o tanquinho tiver centrifugação integrada?

Se o fabricante declarar que o próprio aparelho possui função de centrifugação, siga o procedimento específico descrito no manual. Não é seguro presumir que todos os modelos funcionem da mesma maneira.

Um exemplo de aparelho que reúne lavagem e centrifugação é a Praxis 2 em 1 com centrífuga. Nesse tipo de produto, é importante observar separadamente a capacidade de lavagem e a capacidade de centrifugação informadas para cada compartimento.

O que faz o tanquinho?

O tanquinho, também chamado de lavadora semiautomática, é voltado principalmente à lavagem das roupas. Ele movimenta água, sabão e peças conforme os ciclos disponíveis.

Dependendo do projeto, pode ser necessário que o usuário controle etapas como abastecimento, enxágue e drenagem.

O que faz a centrífuga?

A centrífuga é um equipamento desenvolvido para retirar parte da água que permanece nas roupas depois da lavagem.

Ela não substitui o processo de lavar. Sua função é reduzir a quantidade de água retida nas peças e, consequentemente, facilitar a etapa posterior de secagem.

Posso torcer a roupa em vez de usar centrífuga?

Isso depende do tecido. Torcer peças manualmente pode deformar ou danificar determinados materiais. Sempre observe a etiqueta da roupa antes de escolher a forma de retirar o excesso de água.

Quando houver dúvida, siga as orientações do fabricante da peça e do equipamento utilizado.

Tanquinho e centrífuga precisam ter a mesma capacidade?

Não necessariamente. A capacidade declarada de um tanquinho e a capacidade de uma centrífuga podem utilizar referências diferentes.

Além disso, uma carga que cabe no tanquinho pode precisar ser dividida em duas ou mais etapas de centrifugação.

O limite correto é sempre aquele informado pelo fabricante da centrífuga.

Por que as capacidades não devem ser comparadas apenas pelos quilos?

Algumas documentações utilizam como referência roupa seca, roupa molhada ou cargas específicas. Por isso, dois equipamentos com números semelhantes em quilogramas não necessariamente recebem a mesma quantidade de roupas durante o uso.

Ao comparar um tanquinho e uma centrífuga, consulte sempre a referência utilizada em cada ficha técnica. Para capacidades maiores, nosso comparativo técnico de tanquinhos de 20 kg mostra por que a referência documental da capacidade merece atenção.

Como distribuir as roupas na centrífuga?

A distribuição da carga pode influenciar o equilíbrio do equipamento. Evite concentrar todas as peças de um único lado e respeite as orientações fornecidas pelo fabricante.

Peças muito pesadas ou volumosas podem exigir cuidados adicionais ou não ser compatíveis com determinados modelos.

Intervenção manual entre lavagem e centrifugação

Quando tanquinho e centrífuga são aparelhos separados, o usuário precisa retirar as roupas de um equipamento e transferi-las para o outro.

Também pode ser necessário controlar abastecimento, enxágue e drenagem manualmente. Essa característica deve ser considerada principalmente por quem procura maior praticidade na rotina de lavagem.

Drenagem da água no tanquinho

Antes de retirar a roupa para centrifugar, a água utilizada na lavagem precisa ser drenada conforme o sistema previsto pelo fabricante.

Existem modelos que utilizam drenagem por gravidade, bomba ou outros mecanismos. A posição da mangueira e as condições de instalação podem alterar o funcionamento.

É possível reaproveitar a água do tanquinho?

Alguns usuários direcionam a água drenada para outros usos domésticos, mas essa possibilidade depende da instalação, da mangueira e das orientações do fabricante.

Também é importante considerar o tipo de produto utilizado na lavagem e o destino pretendido para essa água.

O que observar ao usar tanquinho e centrífuga separados?

  • Capacidade: confira o limite de carga de cada aparelho.
  • Distribuição das roupas: siga as orientações da centrífuga para evitar desequilíbrio.
  • Tecidos: respeite as etiquetas das peças.
  • Drenagem: confirme como a água deve ser retirada do tanquinho.
  • Dimensões: deixe espaço suficiente para utilizar os dois equipamentos.
  • Voltagem: confira a tensão elétrica de cada aparelho.
  • Instalação: siga os requisitos hidráulicos e elétricos informados pelos fabricantes.

E para peças grandes, como edredom?

Peças volumosas exigem atenção extra tanto na lavagem quanto na retirada do excesso de água. A capacidade em quilos, sozinha, não confirma que determinado equipamento seja adequado para esse tipo de peça.

Se essa é uma necessidade importante na sua rotina, veja também o guia sobre como escolher um tanquinho para lavar edredom.

Vale a pena usar tanquinho com centrífuga separada?

Para algumas rotinas, a combinação pode ser interessante porque permite separar a etapa de lavagem da retirada do excesso de água.

Por outro lado, exige espaço para dois equipamentos e transferência manual das roupas. A melhor escolha depende da quantidade de peças lavadas, do espaço disponível e do nível de praticidade desejado.

Dúvidas frequentes

Como centrifugar roupa em um tanquinho que não centrifuga?

Se o tanquinho não possui essa função, a roupa deve ser transferida para uma centrífuga separada ou seguir outro procedimento indicado pelo fabricante.

Todo tanquinho possui centrífuga?

Não. Muitos tanquinhos realizam lavagem e drenagem, mas não possuem sistema de centrifugação.

Posso colocar a carga inteira do tanquinho na centrífuga?

Somente se a capacidade e as instruções da centrífuga permitirem. Em alguns casos, será necessário dividir a carga.

Quanto tempo devo deixar a roupa centrifugando?

O tempo depende do equipamento e do tipo de carga. Utilize o período indicado pelo fabricante da centrífuga.

Centrífuga seca completamente a roupa?

Não. A centrifugação retira parte da água, mas normalmente as peças ainda precisam passar por uma etapa de secagem.

Tanquinho com centrífuga integrada é melhor?

Não necessariamente. Um sistema integrado pode oferecer mais praticidade, enquanto aparelhos separados podem atender melhor determinadas rotinas. A escolha depende de capacidade, espaço, recursos e forma de uso.